Ainda não tenho filhos, mas pelo que observo é natural essa vontade da mãe de "lamber a cria"... Estar o tempo inteiro com o bebê... Passar os primeiros dias de vida dele olhando pra ele... Passar todos os primeiros meses de vida do bebê dedicando toda sua vida pra ele... Me parece algo natural. Entendo que isso faz parte da maternidade. Espero que aconteça comigo e acho sim que isso vai acontecer... Mas me preocupo com o controle deste sentimento (controle e não dosagem! Controlar no sentido de às vezes conseguir deixar o sentimento de lado para ser um pouco mais racional...). Acho que é preciso haver um limite para criar bem. Acho que é preciso haver um limite para viver bem...
Eu sou apenas observadora, sempre fui. Observo o mundo, observo as pessoas... Algumas me encantam, outras me enojam, outras me intrigam...e há as mães... as mães me fascinam! Quero muito saber o que existe do lado de lá! O que é este sentimento tão forte que domina nosso ser e nos faz ao mesmo tempo cometer tantos erros? Erros que provavelmente saberíamos conduzir se não fosse o nosso filho em questão! É um assunto polêmico até... É aquela estória novamente de como falar é fácil... E não adianta lutar contra isso porque certamente as pessoas de fora analisam uma situação racionalmente e solucionam como seria melhor fazer se não houvessem tantos sentimentos no meio do caminho... Por exemplo, é fácil notar o sofrimento que é para a mãe voltar a trabalhar! Todas sofrem muito, choram... mas é algo necessário, não é mesmo? Pelo menos nos dia de hoje é assim para a maioria das mulheres! Aí, por algum tempo (pelo menos no começo), elas deixam de sair, de namorar, de viajar, de malhar, trabalham menos... E é necessário porque é apenas um bebêzinho... tão pequeno, tão frágil e totalmente dependente das mães! Mas eles vão crescendo e crescendo... E a mãe precisa se adaptar à sua nova vida, é claro, pois agora é mãe! E agora existe uma criança para cuidar, amar, educar... Isso deve tomar conta de toda vida, certo??? Errado! Na minha opinião... É preciso retomar as atividades que sempre fizeram parte de sua vida... e é aí que entra a super-mulher que consegue ser super mãe, esposa, dona de casa, profissional, amiga, filha, irmã... Sei que é uma loucura a vida de mãe, mas as mães não deixam de ser mulher, nem esposas, nem profissionais, nem amigas, filhas, terem seus sonhos... Na sua vida, ser mãe era apenas um dos seus sonhos, então ainda existem todos os outros! O que eu falo não é nenhuma maldade ou egoísmo... É apenas não deixar todo o resto da vida de lado. Pelo que noto nas mães é o que dá vontade de fazer! Mas é preciso ser forte! E isso será bom pra você e seu filho! Continuar sendo uma esposa dedicada vai manter seu casamento feliz, e isso é importante para seu filho. Ele também precisa admirar a mulher que você é em todos os outros quesitos. Quer mais motivos para você não esquecer de você mesma? Um dia ele vai tirar férias na casa da avó, vai começar a querer dormir na casa dos amiguinhos, vai querer viajar, talvez faça um intercâmbio, vai começar a namorar e um dia ele simplesmente vai embora... O fato é o velho clichê de sempre: a gente cria os filhos pro mundo!
É importante sim fazer o melhor para sua gravidez, se alimentar bem, escolher o parto que acredita ser o mais adequado, amamentar e abrir mão de um monte de coisas por seu filho, se dedicar 24 horas... Mas os dias passam, os meses passam e não é mais preciso continuar se dedicando 24 horas sempre... Eu vejo muito acontecer: o marido vira segundo plano, e as amigas... ah, estas só na rede social mesmo! Seu cabelo, unha, pele, corpo... vão ficando totalmente de lado! Tudo porque você agora é mãe! Ok, isso o mundo já entendeu... E fora isso? O que mais? Precisa haver algo mais... O mais saudável é ter uma vida além de ser mãe! É preciso encontrar um ponto de equilíbrio para cuidar do seu filho com todo amor que você sente por ele, e seguir em paralelo a sua vida como mulher! Em paralelo sim, porque como todos dizem, a mãe em nenhum momento conseguirá mais deixar de se preocupar com seu filho por mais seguro que ele esteja. É claro que tudo tem seu tempo e o filho precisa mesmo de 100% desta mãe nos primeiros dias de vida, mas eles vão crescer... E é nesta hora que eu falo da dosagem... Quando você se dedica integralmente à qualquer coisa, as coisas facilmente saem do controle... Você frustra alguns sonhos e acaba facilmente projetando-os em seus filhos... Os filhos terão sua individualidade e você não deve nunca perder a sua...
Hoje tive uma conversa que me fez pensar muito nisso... Num bate-papo entre amigos, chegamos à conclusão que se cada um pudesse escolher entre ter um bom pai ou mãe, ou admirar seu pai ou mãe como pessoas, todos escolheram que preferiam admirá-los como seres humanos e tê-los como exemplos... É questão de não ser egoísta! Queremos uma mãe feliz, uma família feliz, uma profissional realizada... isso reflete no mundo. Então, NUNCA resuma sua vida em ser uma boa mãe... Mas sim, seja uma boa mãe, sempre, lógicooo!!! É isso que vou tentar quando eu for mãe um dia. E não tenho certeza de como será ou se irei conseguir, mas sei que vou tentar.
Espero que tenham entendido mesmo o que quis dizer... Vocês sabem o quanto levanto a bandeira da maternidade! Este post é para casos extremos... eu conheço alguns, talvez vocês também... E também sou a favor de trabalhar menos após a maternidade e outras cositas mais, mas estou defendendo principalmente o fato de que se você tinha um sonho antes de ser mãe não desista deste sonho NUNCA! Seu filho vai ter amar do mesmo jeito. Só estou pensando em ver uma mãe feliz sempre... mesmo depois que seus filhos sairem de casa.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Mães especiais...
Sempre quis falar sobre as mães de crianças especiais... Imagino que não seja nada fácil, mas quem não passa pela situação na pele não pode entender a dimensão do turbilhão de sentimentos que deve ser! Então eu não poderia simplesmente tentar falar sobre como deve ser... não tenho o menor direito! Mas passeando pela rede encontrei num blog um relato sincero e cheio de emoção, e quis muito colocar ele aqui no meu espaço... Então pedi para a Beta, autora do blog (http://viagem-de-mae.blogspot.com.br)... Leiam, é muito emocionante...
"90% das minhas postagens aqui são feitas por impulso.
Sinto-me angustiada, não tenho onde enfiar a dor que sinto e vomito ela aqui.
Mas dessa vez eu pensei muito, há muitos dias eu quero dizer isso, não consigo, fico adiando, mas acho que vocês precisam saber.
Claro q Deus me deu o dom de transformar esse vômito em palavras de força, de determinação, mas hj eu vou dizer toda a verdade sobre as mães que tem filhos especiais.
Tenho certeza que a maioria das mães que tem filhos especiais vão concordar comigo, as que não concordarem, farei questão de conhecer e implorar a receita de como é possível ser como são.
Bem, vamos à primeira verdade:
Toda mãe que tem um filho especial SOFRE!!!
Sofremos todos os dias ao ver nossos filhos terem dificuldades!!
Não importa o tamanho das dificuldades deles, não importa o que eles precisam, o que eles não fazem, é nosso filho, vai doer, vai sangrar.
Ver seu filho não ter as necessidades mais comuns de uma pessoa serem atendidas é doloroso.
Segunda verdade: as mães choram, as mães especiais se REVOLTAM.
Sim, eu olho para o céu às vezes e me pergunto porque Deus achou que eu não merecia ter um filho como todos os outros tem. Esse tal cristianismo que nos faz acreditar que tudo o que não está dentro dos padrões esperados é um castigo. (desculpem por falar eassim, mas eu disse q falaria tudo).
Se nossos filhos não andam, quando vemos uma criança do mesmo tamanho andando, choramos. Se nossos filhos não falam, ver uma criança da idade deles falando, faz você chorar de tristeza porque seu filho não pode. E assim acontece com qualquer dificuldade que exista.
Acontece que tamanha a dificuldade que temos, aprendemos a valorizar em dobro o que temos, porque as incertezas da vida nos fazem comemorar cada coisinha.
Nós experimentamos a forma mais sublime de amor que existe na face da Terra, nós provamos do amor mais difícil, do amor que ultrapassa todas as barreiras, do amor que não importa a dificuldade, a 'falta de beleza', a falta até mesmo de uma retribuição clara desse amor.
Nós aprendemos a reconhecer um olhar de afeto, um olhar de apelo, um olhar que diz: "fica aqui comigo", um olhar de " eu estou com dor".
Nós vivemos com uma incerteza dolorosa. A incerteza de não saber nosso futuro.
As projeções mais simples que qualquer ser humano pode fazer.
Nós não saberemos o que nossos filhos vão ser quando crescer, muitas vezes nem sabemos se eles crescerão.
As mães especiais (não no meu caso, felizmente) dormem e não sabem o que acontecerá no outro dia, se terão outro dia ao lado de seus filhos, sequer sabem onde passarão esse dia com eles.
As mães especiais são segundo plano, deixam qualquer sonho, deixam de viver tudo em prol de uma vida.
As mães especiais, engravidam como você, tem sonhos, pensam no enxoval, pensam em amamentar os filhos, querem vê-los andando, correndo, brincando.
As mães especiais perdem seus filhos assim que descobrem que eles não se encaixam em tudo o que elas sonharam.
As mães especiais tem que matar duas pessoas quando se descobrem: matam a si mesmas e aquele filho tão esperado que não veio.
Sim, aquela mãe e aquele filho não existem, não tem que viver dentro de nós, isso atrapalha. As mães especiais SE MATAM E MATAM tbm!!!
Mas as mães especiais imediatamente após a perda de um filho tão querido e à perda se si mesmas tem a oportunidade de engravidar imediatamente novamente.
Então, começam do zero, a barriga não cresce, mas vc pode acompanhar o seu nascimento, o seu crescimento e do seu novo filho também.
Por mais que seja uma vida prazerosa, afinal a maternidade é um prazer, nós choramos sim aquele filho perdido constantemente.
Mesmo que em raros momentos, por conta das dificuldades, a gente lembra daquele filho que não pode viver, choramos aquela mãe que não pudemos ser.
Daí vem a revolta de novo: "porque não posso ter aquele meu filho?"
Não, não é falta de amor pelo nosso verdadeiro filho, nunca!!
O que sentimos é medo.
Medo do diferente, das dificuldades, medo porque só nós conseguimos ver o amor, só nós conseguimos ver uma vida, só nós conseguimos driblar qualquer dificuldade, mas o mundo não.
Temos medo das pessoas que não aceitam nossos filhos, medo porque não estaremos com ele para o resto de suas vidas na maioria das vezes, medo porque as pessoas não amam o que não é normal para elas.
Medo porque nem todos possuem nossa coragem, nossa fibra de acordar pela manhã olhar para o lado e dizer: Deus, graças a Deus por mais um dia em que eu tenho meu filho.
Medo porque as pessoas não sabem e muitas vezes NÃO QUEREM nos entender e nem entender nossos filhos.
Medo porque nosso amor é considerado LOUCO, medo porque sempre somos as CULPADAS por termos filhos assim e mais CULPADAS por mantê-los assim.
Medo porque descobrimos o quanto o mundo é sujo, o quanto é triste ter que esbarrar constantemente em pessoas PODRES, sem coração, sem HUMANIDADE dentro de si e não satisfeitas em maltratar e rejeitar nosso amor, rejeitam nossos filhos.
O que nos alimenta a vida, são os sorrisos, aqueles mesmo dados com olhares, são pessoas que se propoe a nos compreender e ajudar, sim!!! Elas existem!!!
O que difere as mães especiais umas das outras, além das dificuldades, é a maneira que elas encaram tudo isso.
Algumas ainda não amadureceram o suficiente, mas são raras e logo estarão prontas, ou não, tudo depende para o que.
Nós mães especiais, além de ter q matar nossos filhos, nos matar, devemos escolher a vida sempre e acreditar nela acima de tudo.
Nós decidimos pela vida, por viver a vida que podemos, a vida que merecemos e não a que sonhamos ter um dia.
Nós somos felizes sim, nós somos guerreiras sim, nós somos pessoas escolhidas porque somos fortes e só ganhamos motivos para desenvolver e aprimorar nossa força.
Nós somos alegres tbm, mas por favor, não ache que só porque aceitamos a condição de não ter um filho como todos tem, devemos aceitar qualquer coisa para nós e para nossos filhos.
Vivemos em frangalhos, mas não queremos migalhas.
Não temos uma vida que qualquer pessoa queira ter, mas não merecemos ser massacradas porque muitos invejam nossa força ou acham que se não somos 'dígnos' de ter um filho 'normal', não somos dignos de nada.
Somos dotadas sim de uma grande nobreza de espírito, mas nunca se esqueçam: elas serão usadas com quem merece, por quem merece que são NOSSOS FILHOS e as pessoas HUMANAS.
Viram??
Eu sou uma farsa, não sou como você pensa que eu sou.
Eu vivo assim porque PRECISO, aprendi a ser feliz assim, mas isso não quer dizer que se pudesse escolher, se eu pudesse crescer de uma forma menos pesada e penosa para meu filho, eu escolheria viver como eu vivo.
Basta gente, basta a hipocrisia, basta à falta de humanidade nas pessoas.
E eu aprendi: 'A pior miséria do ser humano é aquele onde ele não consegue provar o que é o verdadeiro do amor '.
Desculpem o desabafo!!!"
"90% das minhas postagens aqui são feitas por impulso.
Sinto-me angustiada, não tenho onde enfiar a dor que sinto e vomito ela aqui.
Mas dessa vez eu pensei muito, há muitos dias eu quero dizer isso, não consigo, fico adiando, mas acho que vocês precisam saber.
Claro q Deus me deu o dom de transformar esse vômito em palavras de força, de determinação, mas hj eu vou dizer toda a verdade sobre as mães que tem filhos especiais.
Tenho certeza que a maioria das mães que tem filhos especiais vão concordar comigo, as que não concordarem, farei questão de conhecer e implorar a receita de como é possível ser como são.
Bem, vamos à primeira verdade:
Toda mãe que tem um filho especial SOFRE!!!
Sofremos todos os dias ao ver nossos filhos terem dificuldades!!
Não importa o tamanho das dificuldades deles, não importa o que eles precisam, o que eles não fazem, é nosso filho, vai doer, vai sangrar.
Ver seu filho não ter as necessidades mais comuns de uma pessoa serem atendidas é doloroso.
Segunda verdade: as mães choram, as mães especiais se REVOLTAM.
Sim, eu olho para o céu às vezes e me pergunto porque Deus achou que eu não merecia ter um filho como todos os outros tem. Esse tal cristianismo que nos faz acreditar que tudo o que não está dentro dos padrões esperados é um castigo. (desculpem por falar eassim, mas eu disse q falaria tudo).
Se nossos filhos não andam, quando vemos uma criança do mesmo tamanho andando, choramos. Se nossos filhos não falam, ver uma criança da idade deles falando, faz você chorar de tristeza porque seu filho não pode. E assim acontece com qualquer dificuldade que exista.
Acontece que tamanha a dificuldade que temos, aprendemos a valorizar em dobro o que temos, porque as incertezas da vida nos fazem comemorar cada coisinha.
Nós experimentamos a forma mais sublime de amor que existe na face da Terra, nós provamos do amor mais difícil, do amor que ultrapassa todas as barreiras, do amor que não importa a dificuldade, a 'falta de beleza', a falta até mesmo de uma retribuição clara desse amor.
Nós aprendemos a reconhecer um olhar de afeto, um olhar de apelo, um olhar que diz: "fica aqui comigo", um olhar de " eu estou com dor".
Nós vivemos com uma incerteza dolorosa. A incerteza de não saber nosso futuro.
As projeções mais simples que qualquer ser humano pode fazer.
Nós não saberemos o que nossos filhos vão ser quando crescer, muitas vezes nem sabemos se eles crescerão.
As mães especiais (não no meu caso, felizmente) dormem e não sabem o que acontecerá no outro dia, se terão outro dia ao lado de seus filhos, sequer sabem onde passarão esse dia com eles.
As mães especiais são segundo plano, deixam qualquer sonho, deixam de viver tudo em prol de uma vida.
As mães especiais, engravidam como você, tem sonhos, pensam no enxoval, pensam em amamentar os filhos, querem vê-los andando, correndo, brincando.
As mães especiais perdem seus filhos assim que descobrem que eles não se encaixam em tudo o que elas sonharam.
As mães especiais tem que matar duas pessoas quando se descobrem: matam a si mesmas e aquele filho tão esperado que não veio.
Sim, aquela mãe e aquele filho não existem, não tem que viver dentro de nós, isso atrapalha. As mães especiais SE MATAM E MATAM tbm!!!
Mas as mães especiais imediatamente após a perda de um filho tão querido e à perda se si mesmas tem a oportunidade de engravidar imediatamente novamente.
Então, começam do zero, a barriga não cresce, mas vc pode acompanhar o seu nascimento, o seu crescimento e do seu novo filho também.
Por mais que seja uma vida prazerosa, afinal a maternidade é um prazer, nós choramos sim aquele filho perdido constantemente.
Mesmo que em raros momentos, por conta das dificuldades, a gente lembra daquele filho que não pode viver, choramos aquela mãe que não pudemos ser.
Daí vem a revolta de novo: "porque não posso ter aquele meu filho?"
Não, não é falta de amor pelo nosso verdadeiro filho, nunca!!
O que sentimos é medo.
Medo do diferente, das dificuldades, medo porque só nós conseguimos ver o amor, só nós conseguimos ver uma vida, só nós conseguimos driblar qualquer dificuldade, mas o mundo não.
Temos medo das pessoas que não aceitam nossos filhos, medo porque não estaremos com ele para o resto de suas vidas na maioria das vezes, medo porque as pessoas não amam o que não é normal para elas.
Medo porque nem todos possuem nossa coragem, nossa fibra de acordar pela manhã olhar para o lado e dizer: Deus, graças a Deus por mais um dia em que eu tenho meu filho.
Medo porque as pessoas não sabem e muitas vezes NÃO QUEREM nos entender e nem entender nossos filhos.
Medo porque nosso amor é considerado LOUCO, medo porque sempre somos as CULPADAS por termos filhos assim e mais CULPADAS por mantê-los assim.
Medo porque descobrimos o quanto o mundo é sujo, o quanto é triste ter que esbarrar constantemente em pessoas PODRES, sem coração, sem HUMANIDADE dentro de si e não satisfeitas em maltratar e rejeitar nosso amor, rejeitam nossos filhos.
O que nos alimenta a vida, são os sorrisos, aqueles mesmo dados com olhares, são pessoas que se propoe a nos compreender e ajudar, sim!!! Elas existem!!!
O que difere as mães especiais umas das outras, além das dificuldades, é a maneira que elas encaram tudo isso.
Algumas ainda não amadureceram o suficiente, mas são raras e logo estarão prontas, ou não, tudo depende para o que.
Nós mães especiais, além de ter q matar nossos filhos, nos matar, devemos escolher a vida sempre e acreditar nela acima de tudo.
Nós decidimos pela vida, por viver a vida que podemos, a vida que merecemos e não a que sonhamos ter um dia.
Nós somos felizes sim, nós somos guerreiras sim, nós somos pessoas escolhidas porque somos fortes e só ganhamos motivos para desenvolver e aprimorar nossa força.
Nós somos alegres tbm, mas por favor, não ache que só porque aceitamos a condição de não ter um filho como todos tem, devemos aceitar qualquer coisa para nós e para nossos filhos.
Vivemos em frangalhos, mas não queremos migalhas.
Não temos uma vida que qualquer pessoa queira ter, mas não merecemos ser massacradas porque muitos invejam nossa força ou acham que se não somos 'dígnos' de ter um filho 'normal', não somos dignos de nada.
Somos dotadas sim de uma grande nobreza de espírito, mas nunca se esqueçam: elas serão usadas com quem merece, por quem merece que são NOSSOS FILHOS e as pessoas HUMANAS.
Viram??
Eu sou uma farsa, não sou como você pensa que eu sou.
Eu vivo assim porque PRECISO, aprendi a ser feliz assim, mas isso não quer dizer que se pudesse escolher, se eu pudesse crescer de uma forma menos pesada e penosa para meu filho, eu escolheria viver como eu vivo.
Basta gente, basta a hipocrisia, basta à falta de humanidade nas pessoas.
E eu aprendi: 'A pior miséria do ser humano é aquele onde ele não consegue provar o que é o verdadeiro do amor '.
Desculpem o desabafo!!!"
Sem mais palavras...
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Uma conversa do meu filho com Deus...
Para quem acredita em encarnação...
- Senhor, não é melhor eu ir logo? Ela está muito ansiosa...
- Calma, filho, ela soube esperar até agora...
- Mas é que ela tá ficando tão tristinha...
- Mas a sua chegada vai trazer tanta alegrias que compensará todos esses momentos tristes...
- Será que eu vou compensar mesmo toda essa tristeza? Poxa, eu não sei o que poderei fazer pra compensar tudo isso...
- Meu filho, não será preciso fazer nada... Ela já te amará desde a sua chegada. Ela já te ama hoje mesmo de longe... E ela vai te amar sempre, todos os dias. E por isso ela vai esperar até chegar a hora certa.
- Senhor, já não seria a hora certa?
- Quando você estiver lá com ela, não importará mais nada, esta hora será a hora certa. Ela saberá me entender depois...
- Mas, Senhor, por que ela me quer tanto assim?
- Meu filho, é um desejo quem vem em certo momento da vida... É um momento em que realmente estamos prontos para se doar por inteiro, amar incondicionalmente e fazer qualquer coisa por este ser chamado filho. É no momento em que somos realmente capazes de sentir este amor tão grande que vem esse desejo. É difícil explicar este sentimento... Mas é da mesma forma que eu, um dia, quis vocês perto de mim...
- Senhor, não é melhor eu ir logo? Ela está muito ansiosa...
- Calma, filho, ela soube esperar até agora...
- Mas é que ela tá ficando tão tristinha...
- Mas a sua chegada vai trazer tanta alegrias que compensará todos esses momentos tristes...
- Será que eu vou compensar mesmo toda essa tristeza? Poxa, eu não sei o que poderei fazer pra compensar tudo isso...
- Meu filho, não será preciso fazer nada... Ela já te amará desde a sua chegada. Ela já te ama hoje mesmo de longe... E ela vai te amar sempre, todos os dias. E por isso ela vai esperar até chegar a hora certa.
- Senhor, já não seria a hora certa?
- Quando você estiver lá com ela, não importará mais nada, esta hora será a hora certa. Ela saberá me entender depois...
- Mas, Senhor, por que ela me quer tanto assim?
- Meu filho, é um desejo quem vem em certo momento da vida... É um momento em que realmente estamos prontos para se doar por inteiro, amar incondicionalmente e fazer qualquer coisa por este ser chamado filho. É no momento em que somos realmente capazes de sentir este amor tão grande que vem esse desejo. É difícil explicar este sentimento... Mas é da mesma forma que eu, um dia, quis vocês perto de mim...
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Controle de ovulação
Gente, fico aqui pensando... desabafo de tentante deve ser um saco de ler! É sempre a mesma coisa... E ficamos esperando um post com o título "estou grávida!", mas ele, infelizmente, não chega, né? Pois é. Ainda não... Gostaria muito de escrever este post, mas não é minha escolha, faço o possível! E também já falei que vou evitar os desabafos por serem cansativos... E ultimamente doloridos também... O tempo vai passando e a gente fica cada vez mais sensível com este assunto. Mas vamos em frente, né? Por isso faço muitos posts educativos! Normalmente algo me desperta pra falar de algum assunto ou algo que estou aprendendo por estar passando pela situação... Por exemplo, no momento, eu estou tomando indutor de ovulação, o clomid, e neste primeiro mês fiz o controle da ovulação... Resolvi entender um pouco mais do assunto. Fiquei pesquisando muito e achei muito difícil de entender! Mas de tanto ler o assunto, isso já está amadurecendo mais na minha cabeça. Achei uma explicação bem formulada da Alê (fonte: http://anunes.e-familyblog.com/note/1508) e vou resumir e tentar colocar minhas palavras...
O controle da ovulação é bem bacana para quem está programando engravidar por acompanhar o desenvolvimento do período fértil e facilitar as tentativas. É feito um transvaginal a partir do 8º ou 10º dia onde é analisado o seu útero, e observado o aparecimento de folículos nos ovários direito e esquerdo e o tamanho do endométrio. Detalhe: antes eu não sabia nem da existência dos tais folículos! Hoje eu entendo que tudo começa com o aparecimento deles. Os folículos são observados dia sim, dia não (o médico que irá orientar quando você deve retornar a cada exame) e desta forma o médico consegue prever o momento mais próximo da ovulação. Os folículos rompem em média entre 19 e 23mm, mas com a medicação (o indutor de ovulação), a tendência é que eles cresçam um pouco mais, até uns 28mm ou mais. Andei lendo muitos casos que foram rompidos com 35mm ou mais. O rompimento do folículo significa que ele vai liberar a saída do óvulo. Mas nem todos os folículos se rompem. Alguns começam a crescer (crescem em média 2mm por dia) depois vão regredindo de tamanho. É normal apenas um folículo romper para liberar o óvulo, mas em algumas pessoas aparecem mais folículos e vários rompem. O indutor vem justamente para induzir que eles apareçam e se desenvolvam até ovular! Foi no meu primeiro controle de ovulação que descobri que minha ovulação é tardia. Tive um folículo no ovário direito e um no esquerdo. No 15º dia do ciclo notou-se que o folículo do ovário esquerdo não ovularia, estava regredindo. O outro foi crescendo e no 19º dia estava com 2,9cm. Retornei apenas no 24º dia e ele já havia rompido, pois já não existia nada lá! Recentemente fiz outro controle de ovulação, tomando o clomid (indutor), e no meu 19º dia o folículo direito estava com 3,5cm e o esquerdo com 2,3cm... Achei que voltaria lá no 21º dia e ele simplesmente me deu o laudo final: não houve ovulação este ciclo / ciclo anovulatório (mais ou menos isso). Fiquei chateada pelo seguinte motivo: Se no primeiro ciclo ele acompanhou até o 24º e vimos que tenho ovulação tardia, e no 19º dia tinha um folículo medindo 2,9cm, por que neste ciclo ele parou no 19º dia com um folículo de 2,3cm e outro com 3,5cm ? Sendo que eu li que com a medicação eles ficam maiores mesmo... Sinceramente, fiquei muito chateada. E depois andei lendo e lendo e vi que existem medicamentos para ajudar os folículos a romperem na hora certa! Se meu médico viu que meu folículo rompeu grande na primeira vez por que já não me passou essa medicação??? Poxa, não sei. Não entendo muito de muita coisa, mas entendo que nem sempre eles estão certos pelo simples motivo de que nem sempre eles se atentam a tudo que acontece com a gente. Mas agora que eu entendo um pouco melhor essas coisas, vou conversar com meu médico com calma. Mais uma dica: anotem todos os dados importantes sobre você, pesquisem os exames que vai fazer para entender o que é ou não para acontecer! Claro, que tomando cuidado com o que se lê por aí, pois tem muita besteira na internet, e a palavra do médico é mais confiável! Mas entender por alto para tirar as dúvidas melhor é sempre bom... Relembrá-lo de algumas coisas, pois ele tem muitas pacientes como você, e cada uma com suas particularidades. Eu sei como é isso... Eu como arquiteta, também tenho que ficar lembrando tudo que o cliente me falou na reunião passada e às vezes um item passa batido, e só vamos ver quando eu tô mostrando o projeto. É assim, mas o meu tempo tá correndo, né? Não tenho mais 20 aninhos...
E lá se vai mais um ciclo perdido...
O controle da ovulação é bem bacana para quem está programando engravidar por acompanhar o desenvolvimento do período fértil e facilitar as tentativas. É feito um transvaginal a partir do 8º ou 10º dia onde é analisado o seu útero, e observado o aparecimento de folículos nos ovários direito e esquerdo e o tamanho do endométrio. Detalhe: antes eu não sabia nem da existência dos tais folículos! Hoje eu entendo que tudo começa com o aparecimento deles. Os folículos são observados dia sim, dia não (o médico que irá orientar quando você deve retornar a cada exame) e desta forma o médico consegue prever o momento mais próximo da ovulação. Os folículos rompem em média entre 19 e 23mm, mas com a medicação (o indutor de ovulação), a tendência é que eles cresçam um pouco mais, até uns 28mm ou mais. Andei lendo muitos casos que foram rompidos com 35mm ou mais. O rompimento do folículo significa que ele vai liberar a saída do óvulo. Mas nem todos os folículos se rompem. Alguns começam a crescer (crescem em média 2mm por dia) depois vão regredindo de tamanho. É normal apenas um folículo romper para liberar o óvulo, mas em algumas pessoas aparecem mais folículos e vários rompem. O indutor vem justamente para induzir que eles apareçam e se desenvolvam até ovular! Foi no meu primeiro controle de ovulação que descobri que minha ovulação é tardia. Tive um folículo no ovário direito e um no esquerdo. No 15º dia do ciclo notou-se que o folículo do ovário esquerdo não ovularia, estava regredindo. O outro foi crescendo e no 19º dia estava com 2,9cm. Retornei apenas no 24º dia e ele já havia rompido, pois já não existia nada lá! Recentemente fiz outro controle de ovulação, tomando o clomid (indutor), e no meu 19º dia o folículo direito estava com 3,5cm e o esquerdo com 2,3cm... Achei que voltaria lá no 21º dia e ele simplesmente me deu o laudo final: não houve ovulação este ciclo / ciclo anovulatório (mais ou menos isso). Fiquei chateada pelo seguinte motivo: Se no primeiro ciclo ele acompanhou até o 24º e vimos que tenho ovulação tardia, e no 19º dia tinha um folículo medindo 2,9cm, por que neste ciclo ele parou no 19º dia com um folículo de 2,3cm e outro com 3,5cm ? Sendo que eu li que com a medicação eles ficam maiores mesmo... Sinceramente, fiquei muito chateada. E depois andei lendo e lendo e vi que existem medicamentos para ajudar os folículos a romperem na hora certa! Se meu médico viu que meu folículo rompeu grande na primeira vez por que já não me passou essa medicação??? Poxa, não sei. Não entendo muito de muita coisa, mas entendo que nem sempre eles estão certos pelo simples motivo de que nem sempre eles se atentam a tudo que acontece com a gente. Mas agora que eu entendo um pouco melhor essas coisas, vou conversar com meu médico com calma. Mais uma dica: anotem todos os dados importantes sobre você, pesquisem os exames que vai fazer para entender o que é ou não para acontecer! Claro, que tomando cuidado com o que se lê por aí, pois tem muita besteira na internet, e a palavra do médico é mais confiável! Mas entender por alto para tirar as dúvidas melhor é sempre bom... Relembrá-lo de algumas coisas, pois ele tem muitas pacientes como você, e cada uma com suas particularidades. Eu sei como é isso... Eu como arquiteta, também tenho que ficar lembrando tudo que o cliente me falou na reunião passada e às vezes um item passa batido, e só vamos ver quando eu tô mostrando o projeto. É assim, mas o meu tempo tá correndo, né? Não tenho mais 20 aninhos...E lá se vai mais um ciclo perdido...
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Imagem fofa do dia
Imagem pra inspirar todas as tentantes!!!
Tem dia melhor pra uma inspiração do que a sexta-feira??!
Treinem bastante e quem sabe...
Boa Sorte!!
Ei, contei pra vocês que o instinto de mãe agora tem pinterest??? Ah, não sabe o que é? Pois entrem lá e vão amar... Minha cunhada que me apresentou! Eu ainda sou aprendiz, mas entendi que é tipo uma rede social de compartilhamento de lindas imagens... Então criei o perfil do instinto de mãe pra colocar só coisinhas fofinhas pra gente curtir bem muito! Vão lá dar uma olhada!
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Esforço de tentante
É uma loucura essa vida de tentante! Deve ser difícil tentar imaginar... Mas olha, eu posso dizer que é muito complicado!!! Pra começar este mês tomei o indutor do quinto ao nono dia do ciclo. No 12° dia do ciclo iniciei o controle de ovulação. Simples assim??? Não senhora! Eu entro no escritório às oito da matina!! Tive que estar no laboratório às sete horas e para isso acordei às cinco e meia da manhã (sim, fui dormir tarde...), tomei banho, sequei o cabelo, me arrumei e estava lá às seis e cinqüenta... Esperamos abrir até umas 7h10, entramos e ficamos esperando, e esperando... As atendentes todas se atrasaram. Quando começaram a chamar, fiquei ansiosa, pois não queria me atrasar no trabalho! Até que enfim fui chamada..."senhora Ligia". "Sou eu!" - levantei toda empolgada. "É que ainda não conseguimos autorização para seu exame porque estamos sem internet. O técnico já está chegando... A senhora tinha algum comprimisso?". Ai, que desanimo me deu... "Tenho sim. Eu trabalho e entro às oito!" - eu disse. E fiquei pensando: "Claro que eu tenho compromisso, eu trabalho, não é isso que as pessoas normais fazem??? É por isso que eu tenho um plano de saúde e estou aqui hoje... ai, ai... ". Eu só sei que fui até ela tentar remarcar para o dia seguinte e resolvi apelar..."Será que não teria como pegar essa autorização depois, já que eu vou voltar outras vezes?". Ela conversou com o médico e deu certo! Nada como tentar! Não madruguei em vão!!! Recebi uma mensagem da mamys dizendo que nossa cachorrinha Nina havia morrido. Comecei a chorar! Não parei mais... Me controlei um pouco na hora do exame e enquanto o médico media meus folícolos, eu tentava me concentrar pra não continuar chorando! Eu estava com dois folícolos enormes... Comparei depois com o controle da ovulação sem o indutor e era bem diferente (um era maiorzinho e o outro bem menor, tanto que o outro regrediu). A notícia que ele me deu foi que provavelmente até o outro dia do exame eu teria ovulado e que eu aproveitasse! Corri pro trabalho entre lágrimas e alegrias... Morri de trabalhar, e depois fui pra casa. Tava mooooortaaaa!!! Esperei o marido, mas quando ele chegou, o coitado também tava morto! E lá estávamos nós deitados, abraçados e querendo só descansar e dormir. Zero esforço. Zero força. Cochilava e acordava no susto! Pensava "Poxa, tanto esforço e eu nem vou aproveitar... e se eu estiver ovulando?? Ai, meu Deus... preciso fazer alguma coisa!". E dormia outra vez. Até que acordei às três da matina e resolvi que ia fazer alguma coisa! Liguei a televisão e fui atrás de algo no mínimo inspirador! Acordei o marido e deu certo! Noite salva! Sono em falta... Mas não é isso que eu quero? Perder minhas noites de sono? O importante é que vai valer a pena!
"FILHO (A), ai de você se duvidar do meu amor por você!!!!"
"FILHO (A), ai de você se duvidar do meu amor por você!!!!"
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Pais surpreendentes
Quero falar hoje sobre os pais... Ontem foi o dia deles e acabou passando em branco por aqui!
Pai é um ser completamente diferenciado da mãe. Mãe é mãe e todo mundo tá cansado de saber, de ler, de sentir e de presenciar todos os dias que a ligação com a mãe é muito forte! Já o pai... como é difícil ser um bom pai. Como é difícil se destacar como pai. Como é difícil ver os elogios de um bom pai! Tadinho do pai, né? Exigem tanta compreensão deles durante o planejamento, a gestação, os primeiros meses... Muitas vezes, ele não consegue chegar mais perto do filho por mais que ele queira. Elas não deixam, não confiam... Eles aceitam. Eles dão o seu melhor... carinho, dedicação, amor... Eles tem as mesmas vontades de falar sempre do filho como as mães fazem, mas ninguém dá muito ouvidos... e eles aprendem a falar pouco. Eles tem bem menos espaço que a mãe para demonstrar seu amor, mas eles tem que aceitar... e aprendem a esperar. A natureza é assim mesmo. Eles se acostumam ficar pra escanteio durante um bom tempo... Aí o bebê vai crescendo e ficando menos frágil, e eles vão se chegando mais... E muitas vezes eles ocupam tão bem esse espaço que até se destacam! E viram exemplos de pais! São raros, é verdade, mas existem e são muito admiráveis!
Depois que entrei neste mundo dos blogs, conheci pais maravilhosos! Pais que tem blogs de paternidade! Pais que lêem blogs de maternidades! Pais que se dedicam completamente quase como as mães... que são tão carinhosos quanto elas... que se preocupam com a educação de seus filhos... que dão exemplo aos seus filhos... que cuidam... que mimam... que brincam... Pais que o mundo têm aprendido a ver... Pais que surpreendem!
Parabèns à todos esses maravilhosos pais! Feliz dia dos pais (atrasado)!
Pai é um ser completamente diferenciado da mãe. Mãe é mãe e todo mundo tá cansado de saber, de ler, de sentir e de presenciar todos os dias que a ligação com a mãe é muito forte! Já o pai... como é difícil ser um bom pai. Como é difícil se destacar como pai. Como é difícil ver os elogios de um bom pai! Tadinho do pai, né? Exigem tanta compreensão deles durante o planejamento, a gestação, os primeiros meses... Muitas vezes, ele não consegue chegar mais perto do filho por mais que ele queira. Elas não deixam, não confiam... Eles aceitam. Eles dão o seu melhor... carinho, dedicação, amor... Eles tem as mesmas vontades de falar sempre do filho como as mães fazem, mas ninguém dá muito ouvidos... e eles aprendem a falar pouco. Eles tem bem menos espaço que a mãe para demonstrar seu amor, mas eles tem que aceitar... e aprendem a esperar. A natureza é assim mesmo. Eles se acostumam ficar pra escanteio durante um bom tempo... Aí o bebê vai crescendo e ficando menos frágil, e eles vão se chegando mais... E muitas vezes eles ocupam tão bem esse espaço que até se destacam! E viram exemplos de pais! São raros, é verdade, mas existem e são muito admiráveis!
Depois que entrei neste mundo dos blogs, conheci pais maravilhosos! Pais que tem blogs de paternidade! Pais que lêem blogs de maternidades! Pais que se dedicam completamente quase como as mães... que são tão carinhosos quanto elas... que se preocupam com a educação de seus filhos... que dão exemplo aos seus filhos... que cuidam... que mimam... que brincam... Pais que o mundo têm aprendido a ver... Pais que surpreendem!
Parabèns à todos esses maravilhosos pais! Feliz dia dos pais (atrasado)!
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